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vamos semear favas

sábado, 21 dezembro 11h30 entrada livre


















Não tens medo de sujar as mãos?
Nunca semeaste nada?
Gostavas de semear alguma coisa e ver os resultados sem muito trabalho

Então, vem semear favas!

Antes que larguem terra para favas [1], sabiam que as favas são um alimento muito apreciado da zona mediterrânea desde a idade da pedra?
Bom, não queria que me mandassem às favas [2], mas é preciso dizer que semear favas é fácil, rápido, não requer cuidados particulares e além dos suculentos guisados, também servem para fazer deliciosos falafels. Sentem curiosidade? São favas contadas [3], não é preciso que chegue a mulher da fava-rica [4] para desfrutar das favas!

Expressões com o respectivo significado:
[1] «largar terra para favas»: fugir
[2] «mandar às favas»: despedir uma pessoa com enfado
[3] «serem favas contadas»: diz-se de coisa que é tida como absolutamente certa, inevitável
[4] «até chegar a mulher da fava-rica»: diz-se de uma espera muito prolongada.

In Novos Dicionários de expressões idiomáticas (1997:171),
de António Nogueira Santos

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Horta - Oficina de Sementes

4ª, 20 novembro 18h00 entrada livre


A hortacasaviva vai realizar uma oficina de bolas de sementes. Precisam-se mais mãos para realizar esta tarefa e para aprender a fazê-las. Serão sementes essencialmente de árvores de espécies autóctones para depois reflorestar. Temos algum barro (se arranjares mais traz) e terra que chegue, bem como as sementes.  Aparece.


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Palavras ao Alto: cidades e hortas

, 30 julho 21h00 entrada livre


















As hortas urbanas são espaços de Liberdade 

Há muito que sabemos que é preciso reinventar a cidade! É preciso, é urgente criar elos profundos entre as pessoas e os espaços que habitam. Temos verificado que é na cidade que se revelam as extremas situações de pobreza em torno de uma necessidade básica: a alimentação. 

Por outro lado, temos assistido aos recorrentes ataques brutais dos poderes autárquicos a projectos comunitários autogestionados, tal como aconteceu na Horta do Monte, em Lisboa, a 25 de Junho 2013. Noutro contexto, no Porto, a Horta Quinta Musas da Fontinha corre o risco de expulsão. 

Neste sentido, Palavras ao Alto propõe uma variedade de leituras para discussão: desde textos clássicos sobre jardins idílicos, passando pela poesia, a prosa, a arquitectura e testemunhos recentes do sucedido na Horta do Monte. As hortas urbanas constituem um instrumento de luta pela auto-suficiência dos habitantes das cidades, pela reconstrução do espaço social e pela reconfiguração humana da cidade! 

Uma população concentrada nas cidades

Com o pacto transatlântico (só mais um novo projecto neoliberal) a ser congeminado entre os EUA e a UE, à revelia dos povos de todas as regiões da UE (e provavelmente dos EUA), mas na miragem da criação de empregos, isto sem ter em conta as revelações assustadoras que o dissidente e apátrida Edward Snowden trouxe ao conhecimento de todos, os novos contornos da já efectiva perda de soberania dos países membros da UE e, consequentemente, do desrespeito pelas suas populações ganha outras dimensões. Este pacto envolve principalmente questões comerciais e financeiras, entre as quais se encontram provavelmente a questão do uso livre das sementes e a respectiva «ofensiva comercial» da Monsanto. 

Podemos facilmente ligar estas manobras ao relatório que o NIC (National Intelligence Council) entregou a Obama, no início do seu novo mandato na Casa Branca, que, pelo que nos diz I. Ramonet, se torna o «documento de referência para todas as chancelarias do mundo», apesar de ser uma interpretação segundo os interesses dos EUA. Neste relatório, um ponto em particular chama a nossa atenção: a previsão de que, em 2030, 60% da população mundial viverá em cidades. Assim sendo, perspectivando próximas acções, propomo-nos a ler, pensar, debater esta questão das hortas urbanas. 

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Palavras ao Alto: as cidades e as hortas

sábado, 20 julho, a partir das 16h00 no Moinho
 


















As hortas urbanas são espaços de Liberdade 

Há muito que sabemos que é preciso reinventar a cidade! É preciso, é urgente criar elos profundos entre as pessoas e os espaços que habitam. Temos verificado que é na cidade que se revelam as extremas situações de pobreza em torno de uma necessidade básica: a alimentação. 

Por outro lado, temos assistido aos recorrentes ataques brutais dos poderes autárquicos a projectos comunitários autogestionados, tal como aconteceu na Horta do Monte, em Lisboa, a 25 de Junho 2013. Noutro contexto, no Porto, a Horta Quinta Musas da Fontinha corre o risco de expulsão. 

Neste sentido, Palavras ao Alto propõe uma variedade de leituras para discussão: desde textos clássicos sobre jardins idílicos, passando pela poesia, a prosa, a arquitectura e testemunhos recentes do sucedido na Horta do Monte. As hortas urbanas constituem um instrumento de luta pela auto-suficiência dos habitantes das cidades, pela reconstrução do espaço social e pela reconfiguração humana da cidade! 

Uma população concentrada nas cidades

Com o pacto transatlântico (só mais um novo projecto neoliberal) a ser congeminado entre os EUA e a UE, à revelia dos povos de todas as regiões da UE (e provavelmente dos EUA), mas na miragem da criação de empregos, isto sem ter em conta as revelações assustadoras que o dissidente e apátrida Edward Snowden trouxe ao conhecimento de todos, os novos contornos da já efectiva perda de soberania dos países membros da UE e, consequentemente, do desrespeito pelas suas populações ganha outras dimensões. Este pacto envolve principalmente questões comerciais e financeiras, entre as quais se encontram provavelmente a questão do uso livre das sementes e a respectiva «ofensiva comercial» da Monsanto. 

Podemos facilmente ligar estas manobras ao relatório que o NIC (National Intelligence Council) entregou a Obama, no início do seu novo mandato na Casa Branca, que, pelo que nos diz I. Ramonet, se torna o «documento de referência para todas as chancelarias do mundo», apesar de ser uma interpretação segundo os interesses dos EUA. Neste relatório, um ponto em particular chama a nossa atenção: a previsão de que, em 2030, 60% da população mundial viverá em cidades. Assim sendo, perspectivando próximas acções, propomo-nos a ler, pensar, debater esta questão das hortas urbanas. 

Este Palavras ao Alto é um dos ingredientes da Festa do Moinho 2013 (em Silvalde, Espinho). Programa aqui.

Para encontrares o caminho para o Moinho, segue até à Igreja de Silvalde, desce a Rua do Figueiredo e vira à direita depois da ponte. Mapa

Vai de bicicleta, leva tenda... e ingredientes para a pizza no forno a lenha :D 

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ou vai ou RACHA?

sábado, 9 março, a partir das 16h00 entrada livre

a RACHA! é feminista
a RACHA! não é uma cena de gajas
a RACHA! quer partilhar e discutir o que é isso do "feminismo"
a RACHA! tem filhxs e namoradxs, e também quer discutir com elxs
a RACHA! toca, canta, mexe, escreve, pinta, filma, fala, grita, brinca, semeia…
a RACHA! aborta preconceitos e pare lutas
a RACHA!, como as coisas importantes da vida, não pede licença, e precisa de contar com gente de toda a sorte para existir plenamente

a RACHA vai!




























PROGRAMA

Pedro e Diana: concerto
Pedro, Luca e Bárbara Costa: concerto
Juliana Moura: performance
Diana Dionísio, Daniela Gama e Susana Baeta: Máquina Reprodutora, Borralheira, Princesa e Secretária Tiram Férias e Roem a Corda - peça curta
Sofia Lomba, Clara Campos, Kate Falcão: exposição

mural feminista
selecção de filmes, fotos e músicas
banca
(fanzines, t-shirts e doce de tomate!!!)

e para xs mais novxs:
oficina na horta
oficina de movimento
oficina de haiku
conversa pipis e pilaus
vamos fazer uma assembleia?!


começa às 16h e acaba quando acabar...
pelo meio vai-se comendo e bebendo, conversando e dançando... senão não é a nossa revolução.

rachafeminista.blogspot.pt

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mãos à horta

sábado, 8 dezembro 14h00 entrada livre

Há muito que fazer na horta.

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a horta no sábado...

...foi ao Círculo Rimbaldiano 
e o  Círculo Rimbaldiano foi à horta

Foi assim este último sábado, 10 de novembro.
A partir do meio-dia, as mãos já se embrenhavam nos afazeres que o espaço do logradouro da casaviva propociona.

Chega mais alguém com vontade e é por isso hora de começar a construir o compostor. Tudo corre bem.

Quando se repara são já perto das 15h00 e, solidariamente com o objectivo de ajudar na montagem do vídeo-projector, respectiva tela e sistema de som, a horta vê-se de repente dentro do Círculo Rimbaldiano, aprendendo sobre Arthur Rimbaud. Pena que por esta altura já só esteja uma das duas pessoas que estiveram na horta, mas ainda assim foi boa esta visita.

É agora a vez do Círculo Rimbaldiano visitar a horta e dar uma preciosa ajuda na construção do compostor. E eis senão quando ficou prontinho para se usar.

Ficam aqui algumas imagens da construção do compostor.











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mãos à horta

sábado, 10 novembro, a partir das 12h00
construção do compostor

Mais um dia de trabalho intensivo na horta. Há ainda muito para fazer, quem quiser participar pode sempre aparecer. Batam com força ao batente que na horta ouve-se mal. Em último caso dêem um toque para o 91 248 15 69.


É dia de construção do compostor. Pesquisem e tragam ideias, vontade e conhecimento para partilhar. Há também limpezas a fazer nos canteiros da horta, preparando-os para receber os novos cultivos.

Entre uma coisa e outra, há ainda um chuchuzeiro para controlar e muros e outras infraestruturas e espaços para restaurar e revitalizar com ideias que já existem e outras que possam aparecer.

contacto: hortacasaviva167@gmail.com

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